
Uma criança gritou, pra consolar a saudade: ´´A gente não vê quando o vento acaba...´´
O homem sentiu:´´O Prazer de quem tem saudade é saudade todo dia...
Ecos dos sons, de momentos de amor, guardados no núcleo macio, do centro do peito...
Batendo em compasso tão silencioso, que até parece que canta.
E a melodia quieta, é surrada pelos sentidos, a boca na falta deseperada de outra pra guardar essa canção, vomita palavras no ar, num acesso verbal, que ganha o nome de poesia.´´
Uma velhinha aconselhou: Peixe morre pela boca.
Homen morre pelo peito.
O homem sentiu:´´O Prazer de quem tem saudade é saudade todo dia...
Ecos dos sons, de momentos de amor, guardados no núcleo macio, do centro do peito...
Batendo em compasso tão silencioso, que até parece que canta.
E a melodia quieta, é surrada pelos sentidos, a boca na falta deseperada de outra pra guardar essa canção, vomita palavras no ar, num acesso verbal, que ganha o nome de poesia.´´
Uma velhinha aconselhou: Peixe morre pela boca.
Homen morre pelo peito.